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O clássico continua na moda, vista sua casa de branco!

Não importa se com texturas ou efeitos, liso ou marmorizado, acetinado ou brilhoso… o branco continua sendo preferência nacional quando se fala em revestimentos. O clássico, que jamais saiu de moda e que se reinventa a cada ano, passa longe do comum e é escolha certeira, tanto para quem prefere o estilo mais básico, quanto para aqueles que gostam de ousar na decoração e na paginação do ambiente.

Com uma base neutra, o revestimento permite composições atemporais e personalizáveis, sendo a alternativa perfeita não apenas para cozinha e banheiro, mas também para cômodos como sala de jantar e estar, quartos, área gourmet, piscina e outros. Seja no piso ou na parede, em nichos ou pequenos espaços decorativos, o branco preserva seu espaço em meio a tendências coloridas e descontruídas, agregando sofisticação e modernidade aos ambientes onde é empregado.

Confira as principais vantagens e algumas dicas para apostar no branco – porém não no óbvio:

Versatilidade

Um dos principais pontos a serem destacados é a versatilidade do revestimento. Não importa se em pastilhas, estilo tijolinho ou em porcelanatos de grandes formatos, ele pode ser utilizado em projetos internos e externos (de acordo com as especificações técnicas), alinhando suas possibilidades estéticas a diversos estilos decorativos.

Atemporalidade

Outra característica marcante é a atemporalidade do revestimento branco. Por ter uma base neutra, ele nunca fica ultrapassado, compondo com a mesma elegância projetos modernos e clássicos.

Amplitude e iluminação

Justamente por ser neutra, a cor branca ganha pontos quando se fala em amplitude e iluminação do cômodo. Ela valoriza a sensação de espaço, deixando os ambientes visualmente maiores. Além disso, ilumina mais por refletir melhor a luz.

Frescor e limpeza

O branco traz a sensação de limpeza e organização. Por isso é tão comum em cozinhas e banheiros, por exemplo. Ele tem um frescor único, trazendo aconchego, acolhimento e, ao mesmo tempo, energia para o cômodo.

Fonte: Eliane

Assentamento de Produtos com Variação Visual

A variação visual é um efeito com o propósito de conferir mais naturalidade, personalidade e riqueza de detalhes aos produtos. Elas tendem a reproduzir as particularidades, texturas e cores que encontramos nos elementos da natureza.

Todas as peças possuem uma variação de tom entre elas, da mais sutil a mais evidente.

Classificamos como:

V1  │ Variação Uniforme: produtos com diferenças mínimas entre as peças de mesmo lote.
V2 │ Variação Leve: pequena variação em peças de uma mesma embalagem, mas claramente distinguíveis. Não altera o efeito estético do produto.
V3 │ Variação Moderada: variações mais perceptíveis na intensidade das cores e/ou desenhos entre as peças de um mesmo lote.
V4 │Variação Aleatória: grande variação de cor e desenho entre as peças de uma mesma embalagem.

Para obter o efeito estético natural desejado uma dica importante é combinar as peças de várias caixas, mesclando as variações gráficas ou tonalidades.

Conferir as especificações da embalagem do seu revestimento antes de assentá-lo e contratar uma mão de obra especializada no momento da paginação e assentamento do espaço faz toda a diferença, principalmente com os produtos que possuem uma grande variação.

Fonte: Itagres

Afinal, existe PEI para porcelanato?

Existe uma série de fatores que devemos levar em conta antes de escolher o revestimento ideal para uma casa ou estabelecimento comercial, e um dos principais é entender se ele tem condições para suportar o tráfego de pessoas que aquele cômodo terá no futuro. Em relação aos pisos cerâmicos, é a escala de PEI que determina se uma peça tem a resistência à abrasão necessária para um determinado ambiente. Mas será que existe também PEI do porcelanato? A resposta é não! E vamos explicar como funciona essa classificação quando essa for a sua escolha de piso.

Confira esta leitura para entender melhor sobre esse assunto!

Identificar-se com a estampa, cor ou textura do porcelanato não é o suficiente para escolher o piso perfeito para a sua obra. É preciso entender se aquela peça que você escolheu foi preparada para o local de uso que você precisa revestir. 

Pensando nisso, os porcelanatos passam por uma avaliação levando-as uma classificação chamada de Indicação de Local de Uso. Quando você segue corretamente essa importante recomendação, fica muito mais fácil escolher o porcelanato certo para cada ambiente da sua obra.

Escolhendo o porcelanato de acordo com a indicação de Local de Uso

Vamos à prática? Para começarmos, estes são os códigos para você conseguir identificar qual porcelanato é ideal para cada tipo de ambiente:

LA – Banheiros residenciais.

LB – Salas, quartos e cozinhas residenciais sem acesso para a rua, além de locais LA.

LC – Áreas internas de uso comercial sem acesso para a rua, garagens residenciais e varandas com acesso para rua e locais LB.

LD – Áreas comerciais com acesso para rua e locais LC.

LE – Ambientes externos com áreas planas e locais LD.

LR – Revestimentos para parede interna.

LF – Fachadas e locais LR.

Então, olhando para um produto como o Deck, por exemplo, você verá que ele é um piso LR, ideal para parede interna, e LE, que quer dizer que é feito para ambientes externos e para aqueles com as classificações anteriores.

Já o Durango Creme tem em suas especificações as siglas LB e LR. Sendo assim, ele é indicado para salas, quartos e cozinhas residenciais sem acesso para a rua, além de locais LA, assim como revestimentos para parede interna.

E se você pretende escolher um porcelanato para uma área comercial, com acesso à rua, fique de olho. É muito importante que você escolha somente produtos com as características apropriadas, como o Arena.

Portanto, a nossa dica é que você saiba perfeitamente quais serão os locais de aplicação antes de fazer a sua compra. No site da ViaRosa, na aba produtos, você consegue aplicar um filtro que leva você aos porcelanatos com a indicação de uso que procura.

Fonte: Via Rosa

‘Cimento’ na decoração? Aposte nessa ideia!

Invista na modernidade e versatilidade do concreto e personalize o seu projeto

Muitos são os fãs da utilização de concreto para a decoração de um ambiente. No entanto, às vezes a vontade de realizar esse desejo é deixada de lado quando surge a tarefa de encontrar o material adequado para essa composição. Utilizar a própria matéria-prima é trabalhoso e, em longo prazo, pode encontrar obstáculos e gerar prejuízos, como a dificuldade de conservação, o aparecimento de rachaduras e a necessidade de uma reforma.

A boa notícia é que, há algum tempo, já existem alternativas que tornam viável esse tipo de decoração. Os revestimentos que imitam o concreto são fáceis de instalar e limpar, e não exigem manutenção. Com alta durabilidade e ampla variedade de cores e texturas, podem ser utilizados em todos os ambientes da casa, tanto em áreas externas como internas.

Combinar concreto com madeira é uma das grandes investidas do momento. E se você está se perguntando o porquê, aí vai a resposta: a madeira transmite a sensação de calor, aconchego, conforto e rusticidade. Por sua vez, o concreto denota modernidade e urbanismo, conferindo um aspecto mais frio ao local. A união dos dois elementos gera equilíbrio e harmonia, podendo ser explorada de forma diferente em cada ambiente.

Nas salas e nos quartos, o piso que reproduz a madeira deixa o local mais aquecido e confortável. Nesses espaços, opte por utilizar o concreto nos revestimentos da parede e, até mesmo, em detalhes da mobília.

Por serem espaços mais frios, os banheiros e as cozinhas ficam muito bem com pisos que imitam o cimento. Para estes cômodos, a madeira pode ser aplicada nas bancadas, armários e nos revestimentos que compõem as paredes do espaço.

Fonte: Embramaco

Como combinar a torneira com a cuba




Quando a gente fala de metais para banheiro, as dúvidas são muitas: como escolher torneira para cuba? Quais são os tipos de metais? Afinal, quantos modelos de cubas existem?
Calma, a gente tem dicas espertas para te ajudar nessa combinação. O primeiro passo é entender a diferença entre os metais, que podem ser torneira, apenas com saída de água fria, misturador, com comandos separados para misturar a água quente com a fria, e monocomando, uma alavanca única para controlar a temperatura da água. As torneiras podem ter acessórios, como os arejadores. Inseridos na bica, eles misturam água e ar, dando volume à água e proporcionando uma economia de até 50%. Os metais com sistema de acionamento de ¼ de volta também proporcionam essa mesma redução.
Bica alta ou baixa?
Esses termos fazem referência à altura da torneira. Escolher entre uma ou outra é fundamental para garantir a eficiência tanto da cuba quanto do metal. Afinal, de que adianta o visual estar lindo se no momento do uso a água espirra para todo lado? Via de regra, a distância entre a bica da torneira e a borda da pia deve ser de 15 cm. Por isso, os modelos de bica baixa são indicados para as cubas de sobrepor, semiencaixe e embutidas, além das que têm mesa para o metal (continue a leitura para saber mais). Já as pias de apoio vão bem com os metais de bica alta.
Posto esse detalhamento dos metais, chegou a hora de entender os tipos de cubas – comumente chamadas de pias. E é aqui que a mágica do dueto cuba e metal acontece. Isso porque, como falamos acima, o formato da pia para banheiro é fundamental para a eficiência da torneira.
A gente explica, veja só:
Cuba de apoio
Os modelos de apoio são aqueles que vão sobre a bancada. Esse tipo de pia é perfeito para criar um visual personalizado porque os metais podem ser instalados na parede ou na própria bancada. E tem mais vantagens: por não ocupar tanto espaço interno, sobra mais área livre nos armários. Vale reforçar que o ponto de instalação da saída de água deve ser previsto durante a obra. Combine com torneiras de bica alta ou com torneiras de parede.

Cuba de apoio com mesa

Essa ficou fácil de entender: é a pia que já vem com um espaço – chamado de mesa – para encaixar a torneira. O design da peça já é pensado para receber todos os tipos de metais – torneira, monocomando e misturadores -, mas, exclusivamente, de bica baixa.  Com esta pia você otimiza o espaço da bancada e ainda fica com a parede livre para decorar como quiser.
Vantagem Celite: algumas cubas com mesa já têm com a marcação de mais dois furos extras, assim fica mais fácil fazer a instalação de misturadores. Praticidade, né? 

Cuba de sobrepor semiencaixe

A pia com este formato vai acoplada à bancada e o acabamento frontal avança o final da mesa – daí o nome semiencaixe. O modelo é perfeito para espaços pequenos, em que a bancada tem profundidade mais enxuta. Você pode escolher entre modelos com ou sem mesa. Todos os tipos de metais combinam aqui.



Cuba de sobrepor
Esse modelo tem a base sob o gabinete e mantém o acabamento superior aparente. Graças a esse tipo de instalação, a pia de sobrepor é perfeita para quem gosta de um visual moderno e minimalista, ao mesmo tempo. Aposte nas torneiras de bica baixa.

Cuba de embutir

A pia fica totalmente embutida, oferecendo um visual mais clean e otimizando o uso da bancada. Ao escolher a pia embutida, lembre-se que os acessórios de instalação, como o sifão, por exemplo, ficam à mostra. Você pode assumi-los, criando uma decoração com apelo industrial, ou apostar num gabinete para escondê-lo. Para os metais, prefira os modelos de bica baixa ou as torneiras de parede.

Lavatório

Alô, amantes do estilo clássico! Os lavatórios são perfeitos para quem gosta de unir referências do passado com um toque moderno. Aqui você pode escolher entre as versões com ou se
m coluna, adequando as peças ao tamanho do seu banheiro. Para os metais, os de bica baixa são uma boa pedida.

O que fazer para evitar desplacamento dos revestimentos

Existem algumas causas para o desplacamento dos revestimentos tanto interno quanto externo, em pisos ou paredes. A principal delas é a falta de uma junta de dilatação no momento de assentar as peças que podem ser na horizontal e na vertical para que haja uma absorção das diferentes movimentações que existem entre a estrutura da edificação e o revestimento. Dependendo do tipo e tamanho da peça que será assentada, há a necessidade de aplicar duas camadas de massa, de forma cruzada, para maior aderência entre a placa e a superfície, evitando assim o descolamento.

Segundo Mateus Dias, que é arquiteto formado pela PUC-Campinas e desenvolve projetos comerciais, residenciais e corporativos com foco na qualidade espacial e no respeito ao meio ambiente, juntamente com a sua equipe, quando se fala da massa, é muito importante também respeitar o tempo de abertura da argamassa que nada mais é que aquele intervalo entre a execução e a formação dos cordões de argamassa colante até que se forme uma película que acaba prejudicando a aderência. Após a formação dessa película esbranquiçada, a aderência não ocorre de forma correta, ficando fraca. 

Ainda quando falamos de argamassa é importante se atentar ao tipo de revestimento comprado, pois para cada um deles existe um tipo de argamassa diferente. “Preparar de forma correta a superfície em que receberá a placa é muito importante. O emboço, que é a última camada de acabamento de uma parede, deve estar bem feito, respeitando o traço da mistura e com tempo de cura correto”, ressalta. A impermeabilização também deve ser feita para que não se tenha problemas com umidade.

Fonte: Grupo Fragnani

Porcelanatos resistentes para áreas externas

Uma área externa bem cuidada e decorada faz toda a diferença na valorização do imóvel e impacta diretamente no bem-estar dos moradores. Passar mais tempo em casa e ter espaço próprio para o lazer e o descanso passou a ser sinônimo de luxo e segurança, por isso, a busca por casas com quintais e varandas maiores foi impulsionada.

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Piscinas de porcelanato

A estação mais quente do ano se aproxima e com ela aquela vontade de aproveitar uma piscina refrescante. Se você está reformando ou construindo o seu espaço de lazer, já sabe que para conseguir o resultado esperado no tempo certo é preciso planejar com antecedência.

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